quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Pesquisa Brasileira de Mídia aponta que 63% não ouvem a Voz do Brasil

O site Tudo Rádio vem abordando temas específicos da Pesquisa Brasileira de Mídia 2015 (PBM 2015) que foram divulgados pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) e realizada pelo Instituto Ibope para o Governo Federal. Entre os destaques desta pesquisa, está a informação de que 80% dos pesquisados ouvem rádio na forma tradicional (pelo aparelho de rádio) e que 74% preferem o rádio FM. Nesta pesquisa também foi levantado que 63% não ouvem o programa A Voz do Brasil.

De acordo com os dados da PBM 2015, a maioria dos brasileiros não ouve A Voz do Brasil em nenhum dia da semana. Apenas 3% responderam que ouvem o programa todos os dias. O estado que apontou maior número de ouvintes que acompanham o programa de segunda a sexta é o Mato Grosso, com 6%. Já o estado que tem o maior de número de ouvintes que nunca ouve o programa é o Espírito Santo, com 76%.

Porém, 57% dos pesquisados em todo o Brasil disseram que “conhecem o programa o programa mesmo de ouvir falar”. Além disso, 45% disseram que consideram “bom” o conteúdo veiculado pelo programa, que conta com notícias da Câmara dos Deputados, Senado Federal e Judiciário, além de informações sobre o poder Executivo.

Na pesquisa feita no ano passado, 66% dos brasileiros disseram que nunca ouviram o programa A Voz do Brasil. Do total dos entrevistados, 68% afirmaram já terem ouvido falar do programa e 32% responderam que o desconheciam.


O trabalho de campo da PBM 2015 ocorreu entre os dias 5 e 22 de novembro de 2014, por meio de entrevistas domiciliares pessoais face a face, quando 300 entrevistadores aplicaram 85 perguntas a 18.312 pessoas maiores de 16 anos, em 848 municípios em todo o Brasil.

Fonte: Tudo Radio

Record Bahia comemora picos de liderança do novo "Balanço Geral"

Com pouco mais de um mês no ar, o novo "Balanço Geral BA" tem conseguido números interessantes para a Record Bahia.

Nesta última segunda-feira (5), o programa popular que é exibido das 12h às 14h30 registrou média de 9 pontos com picos de 12, posicionando-se na vice-liderança isolada. A Rede Bahia/Globo liderou com 12 pontos, a TV Aratu/SBT ficou em terceiro com 5 e a Band apareceu em quarto lugar com 1 ponto.

Além da segunda colocação, a atração ficou cerca de 20 minutos isolados na liderança de audiência, vencendo a Rede Bahia.

Em uma recente entrevista para o NaTelinha, José Eduardo comentou esta nova fase de sua carreira: "Eu, há muito tempo, queria dar uma mudada. Respirar outros ares, mostrar que eu posso fazer outras coisas. E no 'Balanço Geral', eu posso fazer um programa popular, com vários temas abordados. Eu quero que o povo entenda que esse é o mesmo Bocão de sempre, com vários temas a serem abordados, e que são benéficos para a população. Mostrar o caos da saúde, do buraco na rua. São problemas que vamos abordar aqui, para benefício do povo".

Esses índices são consolidados e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores de Salvador e Região Metropolitana.


Fonte: Na Telinha Foto: Gilberto Júnior

Programa Acorda Cidade comemora 19 anos no ar


O programa Acorda Cidade completa nesta quinta-feira, 8 de janeiro, 19 anos de existência. Comandando pelo radialista e administrador Dilton Coutinho, o programa é líder de audiência no interior da Bahia e vai ao ar de segunda a sábado, das 6 às 9h, na Rádio Sociedade AM 970.

Em comemoração pelo aniversário, a equipe recebeu centenas de mensagens com felicitações durante o programa enviadas pelo WhatsApp e muitas ligações com demonstrações de admiração pelo trabalho desenvolvido. E não poderia ser diferente. Desde que foi ao ar pela primeira vez, depois que Dilton deixou a Rádio Subaé, o programa Acorda Cidade foi muito bem recebido pela população feirense que o segue fiel mantendo sua liderança.

O ouvinte Fanel Ribeiro destacou a renovação dos ouvintes ao longo dos anos e o crescimento do Acorda Cidade além de tecer muitos elogios ao apresentador do programa. “Dilton, conte comigo. Parabéns! Continue sendo essa pessoa extraordinária, sincera, amiga, bom pai de família e bom patrão, sempre vejo seus colaboradores falando bem de você”, disse.

Além de Fanael, outros ouvintes tiveram a oportunidade de falar ao vivo para parabenizar o programa.

“Parabéns Dilton por ter criado o Acorda Cidade e ter uma excelente equipe. Em todos esses 19 anos de audiência também ajuda a comunidade em todos os assuntos críticos e consegue achar uma solução. Que Deus lhe proteja sempre e a sua família do lar e do trabalho”, declarou o ouvinte Jacknes, conhecido como Dakka.

Dilton aproveitou o momento de homenagens e emoção para fazer vários agradecimentos e contou um pouco da história do programa.

“Começamos com três pessoas e hoje temos mais de 18 funcionários diretos. Agradecemos a todos que passaram por aqui, aos nossos parceiros e aos nossos ouvintes que nos acompanham diariamente há tantos anos. Tudo foi construído com muito trabalho, respeito e dignidade, sem passar por cima de ninguém. Conquistar esse sucesso é uma vitória e manter a liderança é uma vitória ainda maior”, ressaltou.

O Acorda Cidade consolidou o jornalismo comunitário em Feira de Santana fazendo a intermediação entre o poder público e a comunidade ao se deparar com problemas sociais apresentados pelos ouvintes. O que começou como um programa na rádio AM cresceu e está se transformando em um grupo de jornalismo com o portal Acorda Cidade, que tem uma média de 2,5 milhões de acessos por mês, e os dois novos programas de rádios, o Transnotícias na Transamérica FM e o Jornal da Manhã, na Jovem Pan.


Fonte: Acorda Cidade por Andrea Trindade

Emissoras de TV crescem no número de domicílios em 2014

Apesar de 2014 ter sido um ano de queda nos números do Ibope para algumas emissoras, analisando a quantidade de telespectadores percebe-se um crescimento da televisão.

Segundo levantamento feito pela coluna Outro Canal, do jornal Folha de S.Paulo, o público cresceu na média das 24 horas em quase todos os canais em comparação com 2013, quando se analisa a correção do valor do ponto de audiência realizada pelo Ibope com base no crescimento populacional.

A Globo fechou 2014 com 11,1 pontos de média, contra 11,6 do ano retrasado. O índice de agora é menor, mas o ponto do Ibope passou a valer 65 mil domicílios na Grande SP, sendo que em 2013 eram 62 mil.

Dessa forma, o número de lares atingidos pela Globo cresceu: fora 721,5 mil no ano passado, ante 719,2 do retrasado.

SBT e Record também tiveram aumento olhando por este critério. A emissora de Silvio Santos fechou 2014 com 4,9 pontos (cerca de 318,5 mil domicílios em SP) contra 4,7 pontos de 2013 (291,4 mil).

Já o canal de Edir Macedo teve no último ano 4,8 pontos (312 mil domicílios) ante 4,9 pontos (303,8 mil domicílios) na média das 24 horas. Por fim, a Band quase não variou, indo de 2,1 pontos em 2013 para 2,0 em 2014.


Fonte: Na Telinha

Grêmio Rádio Umbro será a novidade no FM da Grande Porto Alegre no início de 2015


O projeto de rádio via internet do Grêmio (famosa equipe de futebol sediada em Porto Alegre) vai para o dial FM. Trata-se da futura Grêmio Rádio Umbro FM 90.3, estação que hoje é ocupada de forma integral pela Felicidade Gospel FM 90.3 de Novo Hamburgo. A ida para o FM é fruto de uma parceria fechada entre a equipe gaúcha e a Umbro, nova fornecedora de materiais esportivos para o time. Com isso a Grêmio Rádio ganha um espaço no dial FM e a Umbro será a patrocinadora master da nova estação. A Grêmio Rádio Umbro FM é prometida para esse ano, porém não terá transmissão durante as 24 horas do dia. Acompanhe os detalhes:

Segundo o comunicado divulgado pelo Grêmio na tarde de hoje (8), a rádio ocupará um espaço durante a programação veiculada na frequência 90.3 FM e entrará no ar apenas em dias de jogos da equipe sulista. Em entrevista ao portal virtual do Grêmio o presidente do clube, Romildo Bolzan, a Grêmio Rádio Umbro será um canal de muita representatividade para os gremistas. "Representa um relacionamento mais intenso com a torcida. O Grêmio dará a opção para o torcedor escutar os jogos transmitidos pela própria instituição, além de ser mais uma forma de nos manifestarmos oficialmente para o nosso público", avaliou.

Ainda não foi informado como será essa divisão na 90.3 FM, frequência que veicula a grade de programação da Felicidade Gospel FM. A estação está sediada em Novo Hamburgo e possui seu sistema irradiante em Dois Irmãos. O porte técnico da FM e a classe de potência (E3 – saiba mais) possibilitam ampla cobertura da 90.3 FM na Grande Porto Alegre e em parte da Serra Gaúcha. A estação é controlada pelo Grupo Dial, rede que conta com outras emissoras no Rio Grande do Sul e já atuou com a Transamérica e a Esportes FM na 90.3 FM (início do projeto Bradesco Esportes FM do Grupo Bandeirantes – saibamais).

Recentemente o mercado de rádio de Porto Alegre acompanhou outras mudanças, como a ida da Rádio Pampa AM 970 para a 96.7 FM, a fixação da Rádio Grenal em 95.9 FM da capital (antes operava em 101.9 FM de São Francisco de Paula, além de transmissão em AM) e o crescimento de audiência da Rádio Gaúcha FM 93.7 (também em 600 AM).

Fonte: Tudo Radio Com informações do portal oficial do Grêmio FBPA e colaboração de Roger Dieter

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Rádio Capital anuncia mudança no esporte e reforço para área musical em São Paulo

A Rádio Capital AM 1040 de São Paulo, atual segunda colocada no ranking geral das AM – com períodos na liderança em várias faixas de horários do rádio AM na região metropolitana de São Paulo -, iniciou 2015 com duas mudanças: na segunda-feira, 5 de janeiro, estreou o comunicador Edi Barbosa, que passa a apresentar um programa “Capital Noite Especial”, e na próxima segunda-feira, dia 12, entra em campo o “Futebol Capital, Equipe de Alexandre Barros”.

Edi Barbosa, com experiência de sucesso em outras emissoras, chega à Capital para reforçar o maior quadro de comunicadores populares musicais do Brasil, ao lado de Eli Corrêa, Paulo Barboza, Paulo Lopes, Paulinho Boa Pessoa e Cinthia. Seu programa será diário, de segunda-feira a sexta-feira, das 20 horas à meia-noite, sempre com clássicos sertanejos e sucessos da música popular brasileira.

Já no Esporte, com o fim da parceria da Rádio Capital com a Equipe ESPN, em 31 de dezembro, a Rádio Capital decidiu iniciar parceria com outra equipe a partir de 12 de janeiro: será a equipe de Alexandre Barros, com o nome de "Futebol Capital, Equipe de Alexandre Barros". Essa equipe transmitirá os principais jogos dos grandes clubes paulistas aos sábados e domingos e num dia de semana, além de manter um programa diário de Esportes no antigo horário ocupado pela ESPN, das 18 às 19 horas.


Desde 2 de janeiro, ocorre nesse horário uma fase de transição, em que tem ido ao ar o programa diário "Esporte Capital", produzido e apresentado por David Nascimento, das 18 às 19 horas (aos sábados e domingos, das 16 às 18 horas), com notícias de futebol e com a participação de Paulinho Boa Pessoa com o quadro Artista da Bola, de homenagem a algum grande craque do passado. No dia 12, Alexandre Barros chega com sua equipe, indo ar na Rádio Capital.

Fonte: Tudo Radio

SBT terá nova afiliada em Sergipe; canal será do Grupo Massa, de Ratinho

Sem uma afiliada própria desde 2006, quando a TV Atalaia se filiou à Record, o SBT voltará a ter seu sinal transmitido por um canal de alta qualidade no estado de Sergipe. Atualmente, os telespectadores sergipanos assistem à programação através de uma repetidora do SBT Pará no canal 50 UHF.

Segundo apurado pelo site NaTelinha, o Grupo Massa, de propriedade de Ratinho, venceu a licitação do Ministério das Comunicações que ocorria desde 2009. Por não obter um capital suficientemente forte do que gostaria, o Grupo Massa se associou ao empresários e políticos Edivan Amorim e Eduardo Amorim, e a emissora será uma sociedade de ambos, mas com o Grupo Massa obtendo o maior número de ações.

O canal, que ainda não tem qualquer nome definido, já está sendo preparado desde dezembro de 2014 e deverá ir ao ar ainda no primeiro semestre deste ano. A ideia de Ratinho é ambiciosa: com sua Rede Massa consolidada no Paraná, o apresentador agora quer expandir seus negócios no Nordeste, começando por Sergipe.

Além da programação popular da rede, o forte da nova TV será jornalismo local. Profissionais de outras emissoras serão sondados e os salários oferecidos serão acima do teto que é pago no estado.

Os empresários querem montar uma espécie de "dream team" do jornalismo em Sergipe. Além disso, a emissora quer ser a mais moderna do estado em termos de tecnologia, lançando tendências na televisão sergipana.

Eduardo do Valle, recém-demitido diretor de jornalismo da TV Atalaia, deverá ser contratado e desempenhar as mesmas funções na nova emissora.

Os seus empreendedores estão seguros de que logo estarão em segundo lugar de audiência, derrubando a TV Atalaia/Record e perdendo apenas para a TV Sergipe/Globo.

Procuradas pelo site  NaTelinha, as assessorias do Grupo Massa e SBT não se pronunciaram até o fechamento desta matéria.

Jovem Pan tem novo contratado para o Jornal da Manhã

A Jovem Pan AM 620 e Jovem Pan FM 100.9 de São Paulo continuam reforçando a equipe de profissionais que participaram do Jornal da Manhã, que vai ao ar pelas duas emissoras e também para rádios afiliadas. Nesta terça-feira, o programa noticioso teve a estreia do historiador Marco Antonio Villa.

Além de estar no Jornal da Manhã, Villa também vai contribuir como consultor ao site de notícias da Jovem Pan, e poderá entrar em outras produções da rádio em breve. Villa estreou como novo integrante do noticioso, dividindo a bancada ao lado de Joseval Peixoto, Rachel Sheherazade, Denise Campos de Toledo e Anchieta Filho. Villa é bacharel e licenciado em História, mestre em Sociologia e doutor em História.

Em novembro, a rádio contratou a jornalista Rachel Sheherazade. Além dos jornalistas já citados, o programa conta com Reinaldo Azevedo, José Nêumanne Pinto, Fernando Rodrigues, Caio Blinder, Denise Campos de Toledo, Mona Dorf e toda equipe da Jovem Pan que leva ao ar diariamente o conteúdo em notícias e opiniões.

Nos últimos meses, a Jovem Pan tem promovido uma série de ações, tanto na sua área artística como também na administrativa. No início novembro, a emissora anunciou a contratação de Sergio Amaral para ocupar o cargo de vice-presidente comercial do grupo, área comandada por Marcelo Carvalho.

O vice-presidente comercial da Jovem Pan conta com 25 anos de experiência no mercado comercial (propaganda, marketing, conteúdo e entretenimento). Sergio Amaral tem passagens por diversos veículos de comunicação, entre eles, Revista Veja e MTV Brasil, ambos como diretor de publicidade, Grupo Meio & Mensagem e Editora Globo, nestes como diretor comercial.

Fonte: Tudo Radio

ESPN apostará em jornalismo ao vivo e eventos diferenciados, diz diretor

Com a perda de eventos como a UEFA Champions League e o Campeonato Alemão, o ano de 2015 virou um momento crucial para a ESPN Brasil.

Em entrevista para o jornal Meio e Mensagem, o diretor-geral da ESPN no Brasil, German Hartenstein, afirmou que o canal seguirá trabalhando e minimizou a perda da Champions para o Esporte Interativo, que transmitirá o evento a partir de agosto: "A Champions League é um ótimo produto, mas é parte de um enorme portfólio que construímos. Temos outros bons eventos, como o Campeonato Inglês e Francês, por exemplo".

Para 2015, a aposta será no jornalismo ao vivo, que já se mostrou acertada, e em eventos sem grande porte, mas que chamam a atenção ao redor do mundo. Uma delas será a Copa do Mundo de Rugby, que acontecerá em outubro, em Londres. A modalidade, ainda pouco popular no Brasil, volta a ser um esporte olímpico em 2016, depois de 92 anos fora dos Jogos.

A ESPN espera que a proximidade da Rio-2016 atraia mais fãs e curiosos, segundo diz German: “A Copa do Mundo de Rugby é o terceiro maior evento esportivo do planeta, depois de Olimpíada e Mundial de Futebol. Faremos uma grande cobertura, diretamente de Londres”.

O diretor-geral também destaca o aumento de Ibope que o jornalismo ao vivo trouxe para o canal: "Nossa média de audiência foi 104% maior do que em 2013. Sabemos que a Copa do Mundo teve um impacto grande nesse resultado, mas se desconsiderarmos o torneio, nosso crescimento ainda fica na casa dos 70%. Atraímos novos espectadores que continuaram no canal depois da Copa".

Por fim, sobre a saída de Paulo Vinícius Coelho para o Fox Sports, German disse que a direção da ESPN continua buscando o melhor para o chamado fã de esporte: "Durante a Copa montamos uma ótima equipe de comentaristas, com jornalistas e ex-jogadores, e continuaremos em busca do melhor para o público. Investimos muito neste ano para levar mais interatividade e informação ao público, colocando equipes nos locais dos eventos e ampliando os programas de comentários e análises. Manteremos essa estratégia em 2015, já que os resultados foram ótimos".


Com informações do Na Telinha

CBN estreia no dial AM de Juiz de Fora no próximo dia 12

O mercado de rádio continua movimentado neste começo de 2015. Após noticiar a saída da Iguatemi Prime FM para a entrada da Adore FM 98.1 de Jundiaí e da saída da Rádio Globo para a entrada da rede Nacional Gospel AM 930 de Governador Valadares, o Tudo Rádio noticia mais uma novidade no interior mineiro. A rede jornalística CBN (liderada pela CBN FM 90.5 AM 780 de São Paulo e CBN AM 860 e FM 92.5 do Rio de Janeiro) vai estrear no dial AM de Juiz de Fora na próxima segunda-feira.

A rádio jornalística vai ocupar o canal que atualmente abriga a Solar AM 1010 de Juiz de Fora  (importante cidade da região conhecida como Zona da Mata). A estreia será no dia 12 de janeiro e a emissora também terá uma equipe de jornalismo local, já que o veículo pertence ao grupo que também controla o jornal Tribuna de Minas e a rádio Solar FM 88.9 também de Juiz de Fora.

Até a estreia, a emissora está executando apenas músicas e vinhetas, além de uma chamada de expectativa para a chegada da rede jornalística. Com a entrada em Juiz de Fora, a rede CBN aumenta sua abrangência pelo estado mineiro. Atualmente, a rede conta apenas com a CBN FM 106.1 de Belo Horizonte.

Tanto a CBN AM quanto a Solar FM irão operar a partir das novas instalações que foram recém-inauguradas no bairro Estrela Sul, em Juiz de Fora, cidade que é um importante polo regional e uma das principais cidades do interior mineiro. A população de Juiz de Fora é estimada em quase 490 mil habitantes, segundo dados do IBGE.


Fonte: Tudo Radio Colaboração Fábio Azauri Pifano

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Mesmo longe do rádio Francisco José não é esquecido pelo público

“E todo mundo sabe quem é ele”. Esse é um trecho da música da cantora Miss Lene, que durante muito e muito tempo era repetido todos os dias, pela manhã ou tarde, em várias rádios baianas, que marcava a abertura característica do programa de Francisco José. Ele é um dos comunicadores consagrados da radiofonia que marcou época em Feira de Santana e outras cidades da Bahia. Com quase 40 anos de carreira, Chico José atualmente está longe dos microfones de rádio, mas pode voltar a qualquer momento. Este e outros detalhes, o locutor contou em entrevista a Patrícia Salles e Reginaldo Junior, esta semana no programa “G de Mulher” da Rádio Geral, e que hoje é publicada no FOLHA DI ESTADO. Confira.


FOLHA DO ESTADO – Ser radialista foi uma opção, ou a profissão aconteceu na sua vida por acaso?

FRANCISCO JOSÉ – Minha mãe dizia que quando eu era pequeno tinha a mania de pegar um cabo de vassoura e ficar entrevistando meus irmãos. Acho que este foi o primeiro passo para que eu enveredasse pelo caminho da comunicação. As coisas aconteceram muito precocemente comigo e quando eu falo que estou chegando aos 40 anos de rádio, as pessoas pensam até que sou bem mais velho, em termos de idade, mas a verdade é que eu comecei a trabalhar muito cedo, ainda criança.

FE- Muitas pessoas acham a sua voz marcante. De onde ela veio? Pode revelar?

FJ – Tudo isso faz parte de um processo. Tudo começou com o meu saudoso pai, que em Alagoinhas tinha um serviço de alto-falantes, onde se anunciava todo o tipo de coisa: mortes, documentos perdidos, serviço de utilidade pública, sabe? Então o estúdio ficava no centro da cidade e meu pai ainda tinha 150 projetores de som (os antigos alto-falantes) espalhados pelos bairros. Era a rádio da cidade e eu, ainda menino, já lia textos, fazia gravações e mesmo com a voz ainda fina, eu fazia este trabalho. Depois o tempo foi passando, fui amadurecendo até a voz chegar a este ponto.

FE – E o rádio profissional? Como surgiu na sua vida?

FJ – No final da década de 70, eu tinha uns 12, 13 anos, quando surgiu a Rádio Emissora de Alagoinhas. Coincidentemente, o filho do dono era meu amigo e nós, todas as noites íamos para o estúdio aprender a operar, a mexer nos equipamentos. Isso acontecia às 22 horas, depois que a rádio encerrava a programação e ficávamos lá até meia noite, muitas vezes até 1 hora da manhã aprendendo. Com 13 anos, o dono da rádio me contratou e então eu tive meu primeiro emprego de carteira assinada.

FE- Depois o tempo passou e o senhor foi para a capital trabalhar na Rádio Sociedade da Bahia. Como foi esta passagem?

FJ – Foi marcante porque tínhamos uma equipe de profissionais espetacular, muito criativa. Aliás, tenho orgulho em dizer que junto com companheiros como Osvaldo Maia, Silva Rocha, Jota Lacerda e o saudoso Fernando José criamos o Balanço Geral, apresentado pelo Fernando que chegou a ser prefeito de Salvador, que continua até hoje sendo um dos programas de maior audiência da Bahia e do Brasil. Lá, eu comecei a fazer um programa de variedades e a audiência era tanta que fui contratado pela Rádio Bahia na época por um bom salário.

FE – E em Feira de Santana? Quando o senhor chegou e qual a sua trajetória?

FJ – Isso aconteceu em 1986 e de lá para cá trabalhei em todas as emissoras AM da cidade, sendo que em algumas, por mais de uma vez. Sempre fazendo um programa de variedades com muitos quadros, que agradava em cheio a todas as classes sociais.Através do programa dava conselhos as pessoas que tinham problemas amorosos, ajudava a formar casais com o quadro “A procura de um amor”, ajudava a encontra pessoas desaparecidas. Era uma programação rica que agrava a todos sem distinção.

FE – Como era interação com o público?

FJ – Era excelente porque naquele tempo, os computadores e redes sociais nem sonhavam em existir e a distração das pessoas era o rádio. Sempre muitas pessoas participavam do programa por meio de cartas, ou mesmo por telefone. Como era bom saber que o programa tinha audiência em todos os cantos da cidade e em outros municípios também. A prova disso era a grande quantidade de cartas que recebíamos por dia. Alí a gente via a audiência da rádio.

FE – A grande audiência era então maior salário para os profissionais?

FJ – Eu diria que era um grande desafio e como sempre fui um homem que gostou de encarar desafio, procurava sempre fazer o melhor. Vou citar apenas um exemplo: ainda nos anos 90, eu trabalhava na Rádio Cultura, quando o Roberto Pazzi me telefonou convidando para trabalhar na Rádio Carioca, hoje, Rádio Povo. Ele disse “quero você aqui porque preciso levantar a audiência da rádio”. Eu disse que se em três meses, a audiência da emissora não subisse, ele poderia me mandar embira sem pagar nada. Com um mês a situação mudou e a rádio passou a ter grande audiência. Daí eu trabalhei outras duas vezes na emissora, sempre com o mesmo sucesso.

FE –Por que então o senhor deixou o rádio?

FJ – Com a mudança do regime de administração das emissoras de rádio, passando a ter programação terceirizada, eu me senti como um “peixe fora d’água” porque eu vim de uma escola de rádio onde o profissional do microfone não tinha que vender comercial, Éramos proibidos de fazer isso porque as emissoras tinham seus departamentos comerciais, ou seja, era nossa obrigação, por exemplo, encaminhar empresários amigos que gostavam do programa e queriam patrocinar para o setor competente. Na Sociedade da Bahia, por exemplo, quando acontecia este tipo de situação, a gente encaminhava para o Djalma Costa Lino e Fernando Rocha, que eram responsáveis pela parte comercial da emissora. Hoje, o locutor tem que visitar lojas para vender anúncios, o que sinceramente eu não faço. Eu cheguei a ter comerciais no meu programa por questão mesmo de amizades com os empresários, mas daí a eu sair de loja em loja vendendo anúncios, isso, eu repito, não faço porque não sou vendedor, sou radialista.

FE – O senhor então acredita que a terceirização fez cair a qualidade da programação das rádios?

FJ – Sim porque hoje, o profissional vale pelo que vende e não pela sua qualidade técnica. Ele pode ser um mal locutor, mas sendo bom vendedor é o que importa. Veja que Feira ao longo do tempo sempre revelou grandes profissionais, como por exemplo o Jota Lacerda, que hoje atua no rádio cearense; o Ed Carlos; Edmundo de Carvalho e o Othon Carlos, que para mim é um exemplo de superação porque mesmo sendo deficiente visual, ele continua com a qualidade de anos atrás quando enxergava. Hoje eu olho e não vejo mais situações como esta, justamente pela falta de um trabalho de melhor qualidade.

FE – Durante este tempo houveram momentos marcantes?

FJ-- Ah, tiveram muitos sim. Me lembro de um agora quando um dia eu estava na Rádio Povo fazendo o programa, quando recebi a visita de um caminhoneiro vindo do Estado de Goiás. Ele me trazia uma carta de uma senhora que estava a procura de um filho que estaria residindo aqui. Li a carta e uns 20 minutos depois, o rapaz ligou para a rádio. Ele morava na Cidade Nova e no outro dia veio a emissora no horário do programa. Então liguei para a senhora e iniciamos uma conversa e no decorrer disse a ela que alguém queria lhe falar. Quando ela ouviu a voz do filho, se desmanchou em lágrimas e todos se emocionaram muito. Essa situação inclusive, na época, virou matéria na TV Subaé.

FE – Também, muitos casais se conheceram através do quadro “A procura de um amor”

FJ – Sim, muitos casais se conheceram e casaram. Outro dia mesmo, eu entrei em uma padaria, na Pampalona, um rapaz reconheceu a minha voz e me disse que a há muitos anos tinha conhecido a sua esposa através do programa e isso me deixou muito feliz porque também contribuí para a formação de famílias.

FE – O senhor hoje está completamente afastado da comunicação?

FJ – Não, eu hoje sou um prestador de serviços para a Secretaria de Comunicação da prefeitura de Feira. Faço gravações, apresento eventos e ainda sou pastor evangélico. Hoje trabalho numa igreja na Pampalona, onde temos cultos pelo menos, três vez por semana. Ainda gravo comerciais em geral e isso tudo toma meu tempo, o que me deixa afastado momentaneamente do rádio.

FE – Se recebesse um convite para voltar ao rádio hoje, retornaria?

FJ – Já recebi convites, mas por hora não quero assumir maiores compromissos. È uma situação que posso analisar futuramente. Por hora fico apenas na saudade dos ouvintes e de vez em quando sou entrevistado, vou a emissoras de rádio porque não quero perder completamente o contato com o rádio. Hoje, por exemplo, continuo gravando comerciais, chamadas para carros de som e quando não tenho absolutamente nada para fazer vou gravar as chamadas para os cultos da igreja. Isso tudo significa que ainda continuo altamente ativo na comunicação.

FE – Se voltasse, faria um programa como o de anos atrás?

FJ – Basicamente sim. Agora teria que acompanhar a evolução, mesmo porque hoje o ouvinte quer notícias, informações sempre utilizando as redes sociais. Então colocaria mais notícias, intercalando com quadros já de sucesso consagrado no programa.  

FE- O senhor também é pastor evangélico. Como está sendo esta nova fase na sua vida?

FJ – Durante muito tempo em minha vida, vi que muitas coisas não davam certo e sempre me questionava sobre o porquê disso. Era muito afastado, mas Deus tinha este plano reservado para a minha vida e quando entendi isso partir para fazer a obra dele. Estou com uma igreja na rua principal da Pampalona há oito meses e o trabalho tem sido altamente positivo: já batizamos 10 pessoas e os nossos cultos andam sempre cheios, o que é excelente para a honra e glória de Deus.

FE – Como é o contato com o público? O senhor ainda é reconhecido?

FJ – Com certeza. Até mesmo na igreja, quando as pessoas sabem que quem está pregando é o Francisco José, elas vêm e conversam sempre comigo e falam “mas é você mesmo?” “por que não volta para o rádio?”. Isso me deixa muito feliz porque sei de alguma forma ainda continuo fazendo parte da vida destas e de outras milhares de pessoas que eu nem tenho contato, mas sei que me ouviam em qualquer prefixo.

FE – Algum projeto em especial para 2015?

FJ-  Junto com outros dois colegas, estamos montando uma exposição sobre a história do rádio. Estamos buscando material antigo, como gravadores de rolo, cartucheiras, microfones e outros apetrechos para mostrar as pessoas como era o rádio antigo. É um projeto que pretendemos lançar aqui em Feira e posteriormente levar para outras cidades.


Por: Cristiano Alves - Editor-chefe - Jornal Folha do Estado

PBM 2015 mostra que 80% dos pesquisados ouvem rádio pelo aparelho tradicional

O Tudo Rádio publicou notícia sobre a Pesquisa Brasileira de Mídia 2015 (PBM 2015). Realizada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) e divulgada no último dia 19 de dezembro, a pesquisa mostrou também que 80% dos pesquisados ouvem rádios pelos aparelhos tradicionais. O número de entrevistados que declararam ouvir rádio diariamente passou de 21% em 2014 para 30% em 2015. Ao contrário da televisão, o hábito de ouvir rádio ocorre, principalmente, no período da manhã, em especial das 6h às 9h. A maior parte dos entrevistados (63%) afirmou que a principal razão para a escolha do meio é a busca por informação.

De acordo com a pesquisa, 80% utilizam o rádio para ouvir a emissora preferida. Em segundo lugar aparecer o celular e o rádio do carro com 8%. Apenas 1% utilizam aparelhos MP3 para ouvir música e outro 1% ouve rádio pelo computador. Os maiores índices de ouvintes do rádio tradicional estão no Nordeste. Na Paraíba, 92% ouvem as emissoras nos aparelhos de rádio e outros 91% o fazem no Rio Grande do Norte.

O levantamento também apontou que as FMs são as emissoras preferidas por 74% dos brasileiros, enquanto 14% declararam gostar mais das AMs. No entanto, diferenças regionais e sociais influenciam na decisão. Moradores do Sul do País ouvem mais rádios AMs (22%) do que a média nacional, assim como as pessoas com escolaridade até a 4ª série do ensino fundamental (25%). As FMs são as preferidas pelos brasileiros com ensino médio (81%) e superior (83%). Além disso, a maior parte dos entrevistados afirmou ouvir rádio enquanto realizam outras atividades, como tarefas domésticas ou quando se alimentam. Apenas 16% disseram ouvi-lo exclusivamente.

Nos próximos dias, o Tudo Rádio vai abordar outros itens da PBM 2015.


Fonte: Tudo Radio Com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

“Hora Um” aumenta em 6% a média da madrugada da Globo

Após completar um mês de vida, o “Hora Um” tem sido visto com bons olhos na Globo, principalmente por estar alavancando a audiência dos programas que o antecedem e o sucedem na programação.

Com a estréia do jornalístico em dezembro, o canal cresceu em 6% na média da madrugada, da 0h às 06h, segundo a colunista Patrícia Kogut. O telejornal apresentado por Monalisa Perrone ocupa apenas um sexto desta faixa, mas o suficiente para turbiná-la.

Em relação ao seu horário de exibição, das 5h às 6h, o “Hora Um” aumentou a audiência da Globo em 48%, no comparativo da primeira quinzena de dezembro com a anterior.


Fonte: RD1

Direção da Record quer diminuir Igreja Universal da grade

O avanço da concorrência em períodos até então irrisórios, como o início e o fim das madrugadas, tem motivado a direção da Record a cogitar uma redução no volume de horas dedicados à Igreja Universal do Reino de Deus.

Segundo o jornalista Flávio Ricco, a vontade de avançar neste projeto avançou com a chegada do “Hora Um”, que está no ar há exato um mês.

O bom desempenho do SBT com seus jornais a partir das 4h, o que se reflete também nos bons números do “Notícias da Manhã”, compõe um outro ponto favorável à redução do tempo da Igreja.

Embora não haja nenhuma declaração oficial, Edir Macedo já teria dado sinal verde para a expansão da programação da Record sobre a IURD com a condição de que haja um patrocinador bancando.

Vale lembrar também que a Record tentou antecipar o início de seus jornais mas não obteve êxito. Em 2010, o “Direto da Redação” chegou a começar às 5h30 durante alguns dias. No entanto, sem audiência, o projeto rapidamente foi abortado.


Fonte: Na Telinha

Iguatemi Prime deixa dial e Adore FM assume canal em Jundiaí

Após oito meses operando na frequência FM 98.1 de Jundiaí, a Iguatemi Prime FM deixou o dial na virada do ano. A Adore FM 98.1 de Jundiaí está operando desde o início da noite de 31 de dezembro, encerrando, assim, a trajetória da emissora que foi criada com o fim da Mit FM em São Paulo (projeto que foi criado pela parceria entre o Grupo Bandeirantes de Comunicação e a multinacional Mitsubishi).

Inaugurada em 6 de março de 2012 a Iguatemi Prime FM surgiu no dial de São Paulo através da sintonia 92.5 FM ao substituir a MIT FM (projeto de rádio do Grupo Bandeirantes de Comunicação em parceria com a montadora Mitsubishi Motors). A operação da rádio persistiu por dois anos em 92.5 FM, situação que auxiliou a Iguatemi Prime FM na formação de seu público na capital paulista.

Em 21 de março deste ano a emissora deixou de ser sintonizada em 92.5 FM para dar lugar à Feliz FM na capital paulista e passou a ser acompanhada em 103.7 FM, passando a ter cobertura na Baixada Santista. No final de abril desse ano ocorreu mais uma mudança: a troca definitiva de 103.7 FM para 98.1 FM (torre em Jundiaí, na Serra do Japi), alteração que ampliou a cobertura da Iguatemi Prime FM na Grande São Paulo e passou a ser sintonizada nos mercados de Campinas e Sorocaba.

Conforme já noticiado pelo Tudo Rádio, o projeto da Iguatemi Prime FM contava com a possibilidade de criar uma rede interestadual, já que também contava com os trabalhos da Iguatemi Prime FM 94.1 entre o Distrito Federal e o interior de Goiás. Na época a atual Iguatemi FM 96.5 de Campinas (do mesmo grupo de comunicação da Iguatemi Prime) havia sido indicada como uma possível nova emissora do projeto.

Com a mudança, a Adore FM passa a operar em um dos principais mercados radiofônicos do país, cobrindo três áreas metropolitanas do território paulista (totalizando cerca de 30 milhões de habitantes em sua abrangência entre a capital paulista, Campinas e Sorocaba e suas respectivas regiões metropolitanas). A emissora conta com produções do Rádio Conteúdo na criação da marca, site e vinhetas de identificação. Não informações sobre uma possível volta da Iguatemi Prime em outro canal na Grande São Paulo.


Fonte: Tudo Radio