terça-feira, 6 de janeiro de 2015

ESPN apostará em jornalismo ao vivo e eventos diferenciados, diz diretor

Com a perda de eventos como a UEFA Champions League e o Campeonato Alemão, o ano de 2015 virou um momento crucial para a ESPN Brasil.

Em entrevista para o jornal Meio e Mensagem, o diretor-geral da ESPN no Brasil, German Hartenstein, afirmou que o canal seguirá trabalhando e minimizou a perda da Champions para o Esporte Interativo, que transmitirá o evento a partir de agosto: "A Champions League é um ótimo produto, mas é parte de um enorme portfólio que construímos. Temos outros bons eventos, como o Campeonato Inglês e Francês, por exemplo".

Para 2015, a aposta será no jornalismo ao vivo, que já se mostrou acertada, e em eventos sem grande porte, mas que chamam a atenção ao redor do mundo. Uma delas será a Copa do Mundo de Rugby, que acontecerá em outubro, em Londres. A modalidade, ainda pouco popular no Brasil, volta a ser um esporte olímpico em 2016, depois de 92 anos fora dos Jogos.

A ESPN espera que a proximidade da Rio-2016 atraia mais fãs e curiosos, segundo diz German: “A Copa do Mundo de Rugby é o terceiro maior evento esportivo do planeta, depois de Olimpíada e Mundial de Futebol. Faremos uma grande cobertura, diretamente de Londres”.

O diretor-geral também destaca o aumento de Ibope que o jornalismo ao vivo trouxe para o canal: "Nossa média de audiência foi 104% maior do que em 2013. Sabemos que a Copa do Mundo teve um impacto grande nesse resultado, mas se desconsiderarmos o torneio, nosso crescimento ainda fica na casa dos 70%. Atraímos novos espectadores que continuaram no canal depois da Copa".

Por fim, sobre a saída de Paulo Vinícius Coelho para o Fox Sports, German disse que a direção da ESPN continua buscando o melhor para o chamado fã de esporte: "Durante a Copa montamos uma ótima equipe de comentaristas, com jornalistas e ex-jogadores, e continuaremos em busca do melhor para o público. Investimos muito neste ano para levar mais interatividade e informação ao público, colocando equipes nos locais dos eventos e ampliando os programas de comentários e análises. Manteremos essa estratégia em 2015, já que os resultados foram ótimos".


Com informações do Na Telinha

CBN estreia no dial AM de Juiz de Fora no próximo dia 12

O mercado de rádio continua movimentado neste começo de 2015. Após noticiar a saída da Iguatemi Prime FM para a entrada da Adore FM 98.1 de Jundiaí e da saída da Rádio Globo para a entrada da rede Nacional Gospel AM 930 de Governador Valadares, o Tudo Rádio noticia mais uma novidade no interior mineiro. A rede jornalística CBN (liderada pela CBN FM 90.5 AM 780 de São Paulo e CBN AM 860 e FM 92.5 do Rio de Janeiro) vai estrear no dial AM de Juiz de Fora na próxima segunda-feira.

A rádio jornalística vai ocupar o canal que atualmente abriga a Solar AM 1010 de Juiz de Fora  (importante cidade da região conhecida como Zona da Mata). A estreia será no dia 12 de janeiro e a emissora também terá uma equipe de jornalismo local, já que o veículo pertence ao grupo que também controla o jornal Tribuna de Minas e a rádio Solar FM 88.9 também de Juiz de Fora.

Até a estreia, a emissora está executando apenas músicas e vinhetas, além de uma chamada de expectativa para a chegada da rede jornalística. Com a entrada em Juiz de Fora, a rede CBN aumenta sua abrangência pelo estado mineiro. Atualmente, a rede conta apenas com a CBN FM 106.1 de Belo Horizonte.

Tanto a CBN AM quanto a Solar FM irão operar a partir das novas instalações que foram recém-inauguradas no bairro Estrela Sul, em Juiz de Fora, cidade que é um importante polo regional e uma das principais cidades do interior mineiro. A população de Juiz de Fora é estimada em quase 490 mil habitantes, segundo dados do IBGE.


Fonte: Tudo Radio Colaboração Fábio Azauri Pifano

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Mesmo longe do rádio Francisco José não é esquecido pelo público

“E todo mundo sabe quem é ele”. Esse é um trecho da música da cantora Miss Lene, que durante muito e muito tempo era repetido todos os dias, pela manhã ou tarde, em várias rádios baianas, que marcava a abertura característica do programa de Francisco José. Ele é um dos comunicadores consagrados da radiofonia que marcou época em Feira de Santana e outras cidades da Bahia. Com quase 40 anos de carreira, Chico José atualmente está longe dos microfones de rádio, mas pode voltar a qualquer momento. Este e outros detalhes, o locutor contou em entrevista a Patrícia Salles e Reginaldo Junior, esta semana no programa “G de Mulher” da Rádio Geral, e que hoje é publicada no FOLHA DI ESTADO. Confira.


FOLHA DO ESTADO – Ser radialista foi uma opção, ou a profissão aconteceu na sua vida por acaso?

FRANCISCO JOSÉ – Minha mãe dizia que quando eu era pequeno tinha a mania de pegar um cabo de vassoura e ficar entrevistando meus irmãos. Acho que este foi o primeiro passo para que eu enveredasse pelo caminho da comunicação. As coisas aconteceram muito precocemente comigo e quando eu falo que estou chegando aos 40 anos de rádio, as pessoas pensam até que sou bem mais velho, em termos de idade, mas a verdade é que eu comecei a trabalhar muito cedo, ainda criança.

FE- Muitas pessoas acham a sua voz marcante. De onde ela veio? Pode revelar?

FJ – Tudo isso faz parte de um processo. Tudo começou com o meu saudoso pai, que em Alagoinhas tinha um serviço de alto-falantes, onde se anunciava todo o tipo de coisa: mortes, documentos perdidos, serviço de utilidade pública, sabe? Então o estúdio ficava no centro da cidade e meu pai ainda tinha 150 projetores de som (os antigos alto-falantes) espalhados pelos bairros. Era a rádio da cidade e eu, ainda menino, já lia textos, fazia gravações e mesmo com a voz ainda fina, eu fazia este trabalho. Depois o tempo foi passando, fui amadurecendo até a voz chegar a este ponto.

FE – E o rádio profissional? Como surgiu na sua vida?

FJ – No final da década de 70, eu tinha uns 12, 13 anos, quando surgiu a Rádio Emissora de Alagoinhas. Coincidentemente, o filho do dono era meu amigo e nós, todas as noites íamos para o estúdio aprender a operar, a mexer nos equipamentos. Isso acontecia às 22 horas, depois que a rádio encerrava a programação e ficávamos lá até meia noite, muitas vezes até 1 hora da manhã aprendendo. Com 13 anos, o dono da rádio me contratou e então eu tive meu primeiro emprego de carteira assinada.

FE- Depois o tempo passou e o senhor foi para a capital trabalhar na Rádio Sociedade da Bahia. Como foi esta passagem?

FJ – Foi marcante porque tínhamos uma equipe de profissionais espetacular, muito criativa. Aliás, tenho orgulho em dizer que junto com companheiros como Osvaldo Maia, Silva Rocha, Jota Lacerda e o saudoso Fernando José criamos o Balanço Geral, apresentado pelo Fernando que chegou a ser prefeito de Salvador, que continua até hoje sendo um dos programas de maior audiência da Bahia e do Brasil. Lá, eu comecei a fazer um programa de variedades e a audiência era tanta que fui contratado pela Rádio Bahia na época por um bom salário.

FE – E em Feira de Santana? Quando o senhor chegou e qual a sua trajetória?

FJ – Isso aconteceu em 1986 e de lá para cá trabalhei em todas as emissoras AM da cidade, sendo que em algumas, por mais de uma vez. Sempre fazendo um programa de variedades com muitos quadros, que agradava em cheio a todas as classes sociais.Através do programa dava conselhos as pessoas que tinham problemas amorosos, ajudava a formar casais com o quadro “A procura de um amor”, ajudava a encontra pessoas desaparecidas. Era uma programação rica que agrava a todos sem distinção.

FE – Como era interação com o público?

FJ – Era excelente porque naquele tempo, os computadores e redes sociais nem sonhavam em existir e a distração das pessoas era o rádio. Sempre muitas pessoas participavam do programa por meio de cartas, ou mesmo por telefone. Como era bom saber que o programa tinha audiência em todos os cantos da cidade e em outros municípios também. A prova disso era a grande quantidade de cartas que recebíamos por dia. Alí a gente via a audiência da rádio.

FE – A grande audiência era então maior salário para os profissionais?

FJ – Eu diria que era um grande desafio e como sempre fui um homem que gostou de encarar desafio, procurava sempre fazer o melhor. Vou citar apenas um exemplo: ainda nos anos 90, eu trabalhava na Rádio Cultura, quando o Roberto Pazzi me telefonou convidando para trabalhar na Rádio Carioca, hoje, Rádio Povo. Ele disse “quero você aqui porque preciso levantar a audiência da rádio”. Eu disse que se em três meses, a audiência da emissora não subisse, ele poderia me mandar embira sem pagar nada. Com um mês a situação mudou e a rádio passou a ter grande audiência. Daí eu trabalhei outras duas vezes na emissora, sempre com o mesmo sucesso.

FE –Por que então o senhor deixou o rádio?

FJ – Com a mudança do regime de administração das emissoras de rádio, passando a ter programação terceirizada, eu me senti como um “peixe fora d’água” porque eu vim de uma escola de rádio onde o profissional do microfone não tinha que vender comercial, Éramos proibidos de fazer isso porque as emissoras tinham seus departamentos comerciais, ou seja, era nossa obrigação, por exemplo, encaminhar empresários amigos que gostavam do programa e queriam patrocinar para o setor competente. Na Sociedade da Bahia, por exemplo, quando acontecia este tipo de situação, a gente encaminhava para o Djalma Costa Lino e Fernando Rocha, que eram responsáveis pela parte comercial da emissora. Hoje, o locutor tem que visitar lojas para vender anúncios, o que sinceramente eu não faço. Eu cheguei a ter comerciais no meu programa por questão mesmo de amizades com os empresários, mas daí a eu sair de loja em loja vendendo anúncios, isso, eu repito, não faço porque não sou vendedor, sou radialista.

FE – O senhor então acredita que a terceirização fez cair a qualidade da programação das rádios?

FJ – Sim porque hoje, o profissional vale pelo que vende e não pela sua qualidade técnica. Ele pode ser um mal locutor, mas sendo bom vendedor é o que importa. Veja que Feira ao longo do tempo sempre revelou grandes profissionais, como por exemplo o Jota Lacerda, que hoje atua no rádio cearense; o Ed Carlos; Edmundo de Carvalho e o Othon Carlos, que para mim é um exemplo de superação porque mesmo sendo deficiente visual, ele continua com a qualidade de anos atrás quando enxergava. Hoje eu olho e não vejo mais situações como esta, justamente pela falta de um trabalho de melhor qualidade.

FE – Durante este tempo houveram momentos marcantes?

FJ-- Ah, tiveram muitos sim. Me lembro de um agora quando um dia eu estava na Rádio Povo fazendo o programa, quando recebi a visita de um caminhoneiro vindo do Estado de Goiás. Ele me trazia uma carta de uma senhora que estava a procura de um filho que estaria residindo aqui. Li a carta e uns 20 minutos depois, o rapaz ligou para a rádio. Ele morava na Cidade Nova e no outro dia veio a emissora no horário do programa. Então liguei para a senhora e iniciamos uma conversa e no decorrer disse a ela que alguém queria lhe falar. Quando ela ouviu a voz do filho, se desmanchou em lágrimas e todos se emocionaram muito. Essa situação inclusive, na época, virou matéria na TV Subaé.

FE – Também, muitos casais se conheceram através do quadro “A procura de um amor”

FJ – Sim, muitos casais se conheceram e casaram. Outro dia mesmo, eu entrei em uma padaria, na Pampalona, um rapaz reconheceu a minha voz e me disse que a há muitos anos tinha conhecido a sua esposa através do programa e isso me deixou muito feliz porque também contribuí para a formação de famílias.

FE – O senhor hoje está completamente afastado da comunicação?

FJ – Não, eu hoje sou um prestador de serviços para a Secretaria de Comunicação da prefeitura de Feira. Faço gravações, apresento eventos e ainda sou pastor evangélico. Hoje trabalho numa igreja na Pampalona, onde temos cultos pelo menos, três vez por semana. Ainda gravo comerciais em geral e isso tudo toma meu tempo, o que me deixa afastado momentaneamente do rádio.

FE – Se recebesse um convite para voltar ao rádio hoje, retornaria?

FJ – Já recebi convites, mas por hora não quero assumir maiores compromissos. È uma situação que posso analisar futuramente. Por hora fico apenas na saudade dos ouvintes e de vez em quando sou entrevistado, vou a emissoras de rádio porque não quero perder completamente o contato com o rádio. Hoje, por exemplo, continuo gravando comerciais, chamadas para carros de som e quando não tenho absolutamente nada para fazer vou gravar as chamadas para os cultos da igreja. Isso tudo significa que ainda continuo altamente ativo na comunicação.

FE – Se voltasse, faria um programa como o de anos atrás?

FJ – Basicamente sim. Agora teria que acompanhar a evolução, mesmo porque hoje o ouvinte quer notícias, informações sempre utilizando as redes sociais. Então colocaria mais notícias, intercalando com quadros já de sucesso consagrado no programa.  

FE- O senhor também é pastor evangélico. Como está sendo esta nova fase na sua vida?

FJ – Durante muito tempo em minha vida, vi que muitas coisas não davam certo e sempre me questionava sobre o porquê disso. Era muito afastado, mas Deus tinha este plano reservado para a minha vida e quando entendi isso partir para fazer a obra dele. Estou com uma igreja na rua principal da Pampalona há oito meses e o trabalho tem sido altamente positivo: já batizamos 10 pessoas e os nossos cultos andam sempre cheios, o que é excelente para a honra e glória de Deus.

FE – Como é o contato com o público? O senhor ainda é reconhecido?

FJ – Com certeza. Até mesmo na igreja, quando as pessoas sabem que quem está pregando é o Francisco José, elas vêm e conversam sempre comigo e falam “mas é você mesmo?” “por que não volta para o rádio?”. Isso me deixa muito feliz porque sei de alguma forma ainda continuo fazendo parte da vida destas e de outras milhares de pessoas que eu nem tenho contato, mas sei que me ouviam em qualquer prefixo.

FE – Algum projeto em especial para 2015?

FJ-  Junto com outros dois colegas, estamos montando uma exposição sobre a história do rádio. Estamos buscando material antigo, como gravadores de rolo, cartucheiras, microfones e outros apetrechos para mostrar as pessoas como era o rádio antigo. É um projeto que pretendemos lançar aqui em Feira e posteriormente levar para outras cidades.


Por: Cristiano Alves - Editor-chefe - Jornal Folha do Estado

PBM 2015 mostra que 80% dos pesquisados ouvem rádio pelo aparelho tradicional

O Tudo Rádio publicou notícia sobre a Pesquisa Brasileira de Mídia 2015 (PBM 2015). Realizada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) e divulgada no último dia 19 de dezembro, a pesquisa mostrou também que 80% dos pesquisados ouvem rádios pelos aparelhos tradicionais. O número de entrevistados que declararam ouvir rádio diariamente passou de 21% em 2014 para 30% em 2015. Ao contrário da televisão, o hábito de ouvir rádio ocorre, principalmente, no período da manhã, em especial das 6h às 9h. A maior parte dos entrevistados (63%) afirmou que a principal razão para a escolha do meio é a busca por informação.

De acordo com a pesquisa, 80% utilizam o rádio para ouvir a emissora preferida. Em segundo lugar aparecer o celular e o rádio do carro com 8%. Apenas 1% utilizam aparelhos MP3 para ouvir música e outro 1% ouve rádio pelo computador. Os maiores índices de ouvintes do rádio tradicional estão no Nordeste. Na Paraíba, 92% ouvem as emissoras nos aparelhos de rádio e outros 91% o fazem no Rio Grande do Norte.

O levantamento também apontou que as FMs são as emissoras preferidas por 74% dos brasileiros, enquanto 14% declararam gostar mais das AMs. No entanto, diferenças regionais e sociais influenciam na decisão. Moradores do Sul do País ouvem mais rádios AMs (22%) do que a média nacional, assim como as pessoas com escolaridade até a 4ª série do ensino fundamental (25%). As FMs são as preferidas pelos brasileiros com ensino médio (81%) e superior (83%). Além disso, a maior parte dos entrevistados afirmou ouvir rádio enquanto realizam outras atividades, como tarefas domésticas ou quando se alimentam. Apenas 16% disseram ouvi-lo exclusivamente.

Nos próximos dias, o Tudo Rádio vai abordar outros itens da PBM 2015.


Fonte: Tudo Radio Com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

“Hora Um” aumenta em 6% a média da madrugada da Globo

Após completar um mês de vida, o “Hora Um” tem sido visto com bons olhos na Globo, principalmente por estar alavancando a audiência dos programas que o antecedem e o sucedem na programação.

Com a estréia do jornalístico em dezembro, o canal cresceu em 6% na média da madrugada, da 0h às 06h, segundo a colunista Patrícia Kogut. O telejornal apresentado por Monalisa Perrone ocupa apenas um sexto desta faixa, mas o suficiente para turbiná-la.

Em relação ao seu horário de exibição, das 5h às 6h, o “Hora Um” aumentou a audiência da Globo em 48%, no comparativo da primeira quinzena de dezembro com a anterior.


Fonte: RD1

Direção da Record quer diminuir Igreja Universal da grade

O avanço da concorrência em períodos até então irrisórios, como o início e o fim das madrugadas, tem motivado a direção da Record a cogitar uma redução no volume de horas dedicados à Igreja Universal do Reino de Deus.

Segundo o jornalista Flávio Ricco, a vontade de avançar neste projeto avançou com a chegada do “Hora Um”, que está no ar há exato um mês.

O bom desempenho do SBT com seus jornais a partir das 4h, o que se reflete também nos bons números do “Notícias da Manhã”, compõe um outro ponto favorável à redução do tempo da Igreja.

Embora não haja nenhuma declaração oficial, Edir Macedo já teria dado sinal verde para a expansão da programação da Record sobre a IURD com a condição de que haja um patrocinador bancando.

Vale lembrar também que a Record tentou antecipar o início de seus jornais mas não obteve êxito. Em 2010, o “Direto da Redação” chegou a começar às 5h30 durante alguns dias. No entanto, sem audiência, o projeto rapidamente foi abortado.


Fonte: Na Telinha

Iguatemi Prime deixa dial e Adore FM assume canal em Jundiaí

Após oito meses operando na frequência FM 98.1 de Jundiaí, a Iguatemi Prime FM deixou o dial na virada do ano. A Adore FM 98.1 de Jundiaí está operando desde o início da noite de 31 de dezembro, encerrando, assim, a trajetória da emissora que foi criada com o fim da Mit FM em São Paulo (projeto que foi criado pela parceria entre o Grupo Bandeirantes de Comunicação e a multinacional Mitsubishi).

Inaugurada em 6 de março de 2012 a Iguatemi Prime FM surgiu no dial de São Paulo através da sintonia 92.5 FM ao substituir a MIT FM (projeto de rádio do Grupo Bandeirantes de Comunicação em parceria com a montadora Mitsubishi Motors). A operação da rádio persistiu por dois anos em 92.5 FM, situação que auxiliou a Iguatemi Prime FM na formação de seu público na capital paulista.

Em 21 de março deste ano a emissora deixou de ser sintonizada em 92.5 FM para dar lugar à Feliz FM na capital paulista e passou a ser acompanhada em 103.7 FM, passando a ter cobertura na Baixada Santista. No final de abril desse ano ocorreu mais uma mudança: a troca definitiva de 103.7 FM para 98.1 FM (torre em Jundiaí, na Serra do Japi), alteração que ampliou a cobertura da Iguatemi Prime FM na Grande São Paulo e passou a ser sintonizada nos mercados de Campinas e Sorocaba.

Conforme já noticiado pelo Tudo Rádio, o projeto da Iguatemi Prime FM contava com a possibilidade de criar uma rede interestadual, já que também contava com os trabalhos da Iguatemi Prime FM 94.1 entre o Distrito Federal e o interior de Goiás. Na época a atual Iguatemi FM 96.5 de Campinas (do mesmo grupo de comunicação da Iguatemi Prime) havia sido indicada como uma possível nova emissora do projeto.

Com a mudança, a Adore FM passa a operar em um dos principais mercados radiofônicos do país, cobrindo três áreas metropolitanas do território paulista (totalizando cerca de 30 milhões de habitantes em sua abrangência entre a capital paulista, Campinas e Sorocaba e suas respectivas regiões metropolitanas). A emissora conta com produções do Rádio Conteúdo na criação da marca, site e vinhetas de identificação. Não informações sobre uma possível volta da Iguatemi Prime em outro canal na Grande São Paulo.


Fonte: Tudo Radio

sábado, 27 de dezembro de 2014

Diários Associados venderão três emissoras de televisão para grupo de saúde

Um dos maiores conglomerados de mídia do Brasil, os Diários Associados venderão três de suas nove emissoras de televisão para um grupo médico brasileiro.

Segundo informações obtidas pelo NaTelinha, as TVs Clube de Recife e João Pessoa, e a TV Borborema de Campina Grande (PB), deverão ser vendidas para o Hapvida, o maior grupo médico do Norte e Nordeste, e segundo levantamento feito por agências de publicidade, o maior anunciante em televisão de toda a região.

O negócio já está sacramentado, e para anunciá-lo oficialmente falta apenas o aval do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Segundo as informações, o negócio gira em torno de 20 a 25 milhões de reais.

A intenção do Hapvida é investir em comunicação para ampliar o seu número de clientes no ramo de saúde. Atualmente, a TV Clube do Recife é afiliada da Rede Record, sendo vice-líder de audiência. Já a TV Clube de João Pessoa é afiliado à Band. Por fim, a TV Borborema de Campina Grande é parceira do SBT na região.

O clima, pelo menos na TV Clube de Pernambuco, é de incertezas. Há uma segurança permanente devido aos Diários Associados serem um grande grupo de comunicação e sempre ter tratado bem os seus funcionários. Já o grupo Hapvida nunca foi dono de qualquer estação de comunicação antes, o que gera incertezas sobre o futuro dos canais em relação a cortes de pessoas e mudanças em áreas estratégicas, como no jornalismo.

Com a venda, os Diários Associados ficarão apenas com a TV Alterosa de Minas Gerais (Belo Horizonte, Juiz de Fora, Varginha, Governador Valadares e Divinópolis) e com a TV Brasília, no Distrito Federal.


Fonte: Na Telinha

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Grupo Record adquire 10% das ações da filial da CNT na Bahia

O Grupo Record de Comunicação, no início desta semana, adquiriu 10% da filial da CNT na Bahia, que era pertencente à Família Martinez, que ainda obtém 90% das ações.

Segundo informações obtidas pelo NaTelinha, a emissora, que tem um bom sinal em Salvador, capital do estado, deverá receber investimentos em breve. O prédio da TV, que fica no bairro da Federação, onde se localizam praticamente todas as emissoras da Bahia, deve ter um aporte em tecnologia e também uma nova torre de transmissão.

Com isso, o sinal digital da emissora deverá se inaugurado no próximo mês, já que os engenheiros do canal já vinham trabalhando neste objetivo há alguns meses e só faltavam os equipamentos chegarem à capital baiana.

Uma mudança importante é que a CNT Bahia deverá ter uma nova programação local, investindo mais em conteúdo próprio no período vespertino e transmissão de cultos da Igreja Universal do Reino de Deus no período noturno e durante a madrugada.

A intenção do Grupo Record é ter uma emissora para aumenter sua visibilidade na capital e também para que ela possa começar a programação da Record Bahia um pouco mais cedo na parte da manhã, sem que possa prejudicar a Igreja.

A CNT Bahia também deverá ter toda a sua programação local em alta definição, além de investir novamente em uma enxuta, mas importante equipe de jornalismo, para produzir mais algum noticiário.


Fonte: Na Telinha

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Jovem Pan News inaugura um novo portal de notícias na internet

A Jovem Pan News, projeto de rede nacional com foco no jornalismo factual e controlada pelo Grupo Jovem Pan, inaugurou um novo portal na internet. A marca que nasceu em dezembro do ano passado contava com uma breve apresentação de seu projeto através de um domínio próprio na internet. Agora a Jovem Pan News conta com um portal próprio, ferramenta que também se comunica com o Jovem Pan Online (portal de notícias do Grupo Jovem Pan). Com apenas 1 ano de operações a rede “all-news” da marca Jovem Pan já conta com afiliadas espalhadas pelas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, além de prever uma nova onda de expansão em 2015.

O novo portal da Jovem Pan News estreou nessa semana e conta com notícias atualizadas diariamente. Todos os destaques da programação da rede estão disponíveis para os internautas, incluíndo os áudios on-line e ferramentas de integração social com os perfis dos usuários e da rádio. Os colunistas opinativos também contam com uma sessão especial no portal da Jovem Pan News, além de informações institucionais sobre a nova rede. Na lista de afiliadas a marca já apresenta a Jovem Pan News AM 1070 de Presidente Prudente como uma parceira da rede nacional (sendo a estréia mais recente do projeto, ocorrida em dezembro desse ano).

No ar em sete mercados brasileiros, a Jovem Pan News é um projeto de rádio nacional jornalística controlado pelo Grupo Jovem Pan. A rede visa substituir aos poucos o modelo de rede de notícias executado pela Jovem Pan AM, com a migração gradual das afiliadas da AM para a nova rede. Algumas afiliadas da cadeia anterior já estão com a Jovem Pan News, como são os casos das afiliadas de São Carlos, Presidente Prudente e Vitória. A rede jornalística foi lançada oficialmente em dezembro do ano passado, com as estréias das rádios próprias Jovem Pan News AM 900 de São José do Rio Preto e a Jovem Pan News AM 750 de Brasília. A Jovem Pan AM 620 de São Paulo também é integrante dessa rede.

Conheça o novo portal da Jovem Pan News. Acesse: http://pannews.com.br/

Fonte: Tudo Rádio

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Áudio: Programa Haroldo de Andrade 2 de Janeiro 2007

Ouça a gravação do maior radialista que o Brasil já teve em sua emissora radio Haroldo de Andrade 1060 AM:

Pernambuco, Pará e Paraíba passam a contar com 85 canais em FM voltados a migração das AMs

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) incluiu 85 canais no Plano Básico de Distribuição de Canais de Radiodifusão Sonora em Frequência Modulada (PBFM), mais um ato relacionado à migração das rádios Ams para a faixa FM. Esses canais são destinados às estações migrantes dos estados de Pernambuco, Pará e Paraíba, situação possibilitada pelo Ato no 9.831, publicado no Diário Oficial do último dia 8. Ao todo, o Ministério das Comunicações encaminhou à Anatel 108 solicitações de estudos de viabilidade técnica para esses estados, porém alguns pedidos não puderam ser atendidos devido a falta de espaço no espectro FM convencional (88 a 108 MHz), sendo necessário o uso do chamado “FM estendido” (76 Mhz a 87 MHz). Acompanhe:

Essas solicitações que ainda não foram atendidas deverão passar por um novo processo em breve, aguardando a possibilidade de viabilidade técnica no FM convencional. Conforme já noticiado pelo Tudo Rádio (fato conhecido no “Encontro da Radiodifusão”, congresso realizado pela AESP nos últimos dias 12 e 13), as cidades que apresentaram problemas de espaços no FM convencional nesses três estados foram: Belém (PA), Bayeux (PB), João Pessoa (PB), Caruaru (PE), Garanhuns (PE), Olinda (PE), Paulista (PE) e Recife (PE), totalizando 23 canais que poderão usar o FM estendido.

Dos 85 novos canais inclusos no Plano Básico de Distribuição de Canais de Radiodifusão Sonora em Frequência Modulada (PBFM) e que contemplam a faixa de FM convencional, 41 são referentes às migrantes do Pará, 23 na Paraíba e 21 em Pernambuco. O ato 9.831 ainda excluiu 80 canais vagos no PBFM, sendo 8 no Pará, 34 na Paraíba, 28 em Pernambuco e ainda outros em Alagoas (1), Ceará (2), Piauí (1) e Rio Grande do Norte (6). Agora os radiodifusores migrantes aguardam os processos jurídicos e o valor correspondente a nova outorga em FM, esse que será informado em breve para cada estação (porém ainda sem previsão de valor e data).

Recentemente o Tudo Rádio detalhou o processo da migração pelo Brasil, com a consulta pública referente ao Paraná (divulgada no último dia 15) e a expectativa em São Paulo (estado que deverá ter cerca de 60% dos canais migrantes operando em FM estendido): clique aqui e saiba mais.


Fonte: Tudo Radio Com informações do “Boletim Informativo Radiodifusão – Moura e Ribeiro Advogados Associados"

Justiça nega pedido para tirar do ar TV que vende horário para igreja

A Justiça Federal em São Paulo negou pedido do Ministério Público Federal (MPF) para tirar imediatamente do ar a Rede 21, emissora do grupo Bandeirantes que transmite 22 horas diárias de cultos da Igreja Universal do Reino de Deus. O pedido de liminar (decisão urgente e provisória) foi negado, mas a ação principal segue normalmente. Outra ação semelhante do MPF, contra a CNT e a Igreja Universal, ainda aguarda análise da Justiça para deferimento ou não do pedido de liminar.

Nas duas ações inéditas contra as emissoras, o MPF pede a suspensão das concessões, a proibição de novas outorgas às duas TVs e aos representantes da Igreja Universal (o que poderia afetar a Record, propriedade do bispo Edir Macedo) e a decretação da indisponibilidade dos bens da Rede 21, CNT, Igreja Universal e seus representantes legais, para assegurar o pagamento de indenização.

O MPF argumenta que a Rede 21 e a CNT extrapolam "os limites da concessão do serviço de radiodifusão, infringindo, assim, inúmeros dispositivos da Constituição da República, do Código Brasileiro de Telecomunicações e do Regulamento dos Serviços de Radiodifusão". A principal referência legal das ações é o limite de 25% da grade de programação à publicidade. As redes de TV não podem ter mais do que seis horas diárias de propaganda, incluindo programas religiosos.

As duas redes vendem 22 horas por dia de programação para a Universal, o que contraria o "interesse nacional", que é o uso das concessões de TV para as finalidades educativas e culturais. Segundo o Ministério Público, Band e CNT receberão em cinco anos de contrato, respectivamente, R$ 480 milhões e R$ 420 milhões. Rede 21 e CNT não comentam o assunto.

Redes em polvorosa: As ações contra as duas emissoras, consideradas pequenas, deixaram três das principais redes de TV do país em polvorosa. Executivos da Record, Band e RedeTV! temem que novas ações sejam movidas contra seus acordos com igrejas. Argumentam que, sem o dinheiro dos pastores, podem até quebrar.

Segundo fontes do mercado, as igrejas injetam mais de R$ 1 bilhão por ano nas principais emissoras de TV. É mais do que o SBT de São Paulo faturou em 2013. Sozinha, a Record recebe da Universal R$ 520 milhões por ano. Na RedeTV!, a locação de horários para igrejas corresponde a 20% do faturamento. A emissora vende para igrejas atualmente 12 horas de sua grade. Arrecada pelo menos R$ 14 milhões por mês, o que dá R$ 168 milhões por ano.

A Band arrecada R$ 8,5 milhões por mês apenas com a cessão de uma hora no horário nobre ao pastor R.R. Soares _a emissora ainda tem mais três horas de igreja na madrugada.

Executivos das emissoras de TV até consideram os casos da Rede 21 e CNT abusivos, mas defendem os demais contratos. Argumentam que oferecem centenas de empregos com o dinheiro das igrejas e que essa fonte de receita é uma forma de equilibrar o domínio esmagador da Globo no mercado publicitário a rede líder de audiência fica com mais de 70% das verbas de propaganda na TV.

Há um outro argumento, o de que o espaço ocupado pelos pastores não pode ser visto como simples publicidade, uma vez que o conteúdo religioso também pode ser interpretado como uma finalidade cultural da programação das emissoras, prevista na Constituição. Dessa forma, programas religiosos não poderiam entrar no limite de 25% do espaço da grade. Defendem as redes ainda que as dúvidas nessa seara não devem ser resolvidas pela Justiça, mas pelo Congresso, que aprova as concessões de TV. 

Fonte: Noticias da TV

ESPN renova direitos da NBA por nove anos; SporTV também poderá transmitir

Nesta terça-feira (23), a ESPN Brasil anunciou oficialmente a renovação dos direitos de transmissão da NBA, a principal liga de basquete do mundo.

Segundo a assessoria de imprensa da ESPN, a emissora esportiva da Disney renovou os direitos por nove anos. O contrato da NBA é internacional e a renovação aconteceu com a Disney e com a Turner, que por aqui transmite o evento através do Space e licencia também para o Sports +.

Com o mais novo acordo, a ESPN terá 10 jogos a mais na temporada regular no Brasil, 13 jogos no 1º round dos playoffs, cinco no 2º round, além da transmissão de uma final de conferência de sua escolha, e exclusividade total em todos os jogos da grande final da NBA, que pode acontecer em até sete partidas.

O novo contrato começará a ter validade a partir da temporada 2015/2016.

Em tempo

Mesmo com a renovação dos direitos pela ESPN, o SporTV deverá ser mais uma casa da NBA no Brasil muito em breve. Nos bastidores da emissora, a aquisição do evento já é dada como certa.

Caso a compra seja confirmada, o SporTV transmitirá jogos da NBA em dias diferentes da ESPN. A direção do evento no Brasil entende que a transmissão pelo canal da Globosat será importante para a divulgação do esporte e da liga no Brasil, e seria um bom modo dele chegar na Globo aberta, que é o principal objetivo.

Quando procurado para comentar sobre o assunto, a assessoria de imprensa do SporTV informa que “as negociações não foram concluídas e que ainda não há nenhuma perspectiva de transmissão dos jogos da liga americana de basquete".
 

Fonte: Na Telinha

Com Copa, Globo fatura R$ 12,4 bi e fecha 2014 com 6 Records no caixa

A Globo vai fechar 2014 com um crescimento de 8% nas vendas publicitárias e um faturamento líquido de R$ 12,4 bilhões. Isso quer dizer que a Globo vai arrecadar só com propaganda o equivalente a mais de seis Records (R$ 2 bilhões) e 12 SBTs de São Paulo (R$ 1,1 bilhão), segundo estimativas confiáveis do mercado.

O crescimento da Globo será um pouco maior do que a da média das emissoras de TV, que deve ficar em 7%, que por sua vez será maior do que a dos veículos em geral (6%).

A Globo vai faturar mais por causa da Copa do Mundo. O evento esportivo concentrou verbas na emissora, principalmente no primeiro semestre, e compensou a queda nos investimentos publicitários na segunda metade do ano, provocada pela estagnação da economia e pelas eleições.

Neste ano, a Globo faturou R$ 900 milhões a mais do que em 2013, quase um SBT. Esse valor só considera as receitas das cinco emissoras próprias da família Marinho e a participação da matriz nas receitas de publicidade nacional veiculada pelas afiliadas. Na Record, o valor de R$ 2 bilhões também não considera as afiliadas. A receita inclui mais de R$ 500 milhões arrecadados com a venda das madrugadas para a Igreja Universal do Reino de Deus. Os dados do SBT se referem apenas à cabeça-de-rede.

Para 2015, o cenário é desanimador. Os executivos mais otimistas da TV prevêem um crescimento semelhante ao da inflação, em torno de 6%. Por isso, Band e Record já começaram a cortar gastos. O SBT vai evitar investimentos de risco e a Globo tem sido cautelosa em seus orçamentos.]

Fonte: Noticias da TV